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domingo, 20 de janeiro de 2013

Desiderata

Há muito tempo que não lia a Desiderata.... querida Maria Fernanda, obrigada por me lembrar deste maravilhoso texto sempre actual





DESIDERATA - MAX EHRMANN


Viva tranquilamente, por entre a pressa e os ruídos, e lembre-se de quanta paz há no silêncio. Tanto quanto possível, sem se render, esteja em bons termos com as pessoas.

Diga sua verdade calma e claramente, e ouça os outros, mesmo os mais medíocres e ignorantes – eles também têm a sua história
Evite as pessoas espalhafatosas e agressivas, pois essas são um insulto ao espírito. Não se compare com os outros, para não se tornar vaidoso ou amargo, e saiba: sempre haverá pessoas melhores e piores que você. Desfrute tanto de suas realizações quanto de seus planos.

Cultive seu trabalho, mesmo que ele seja humilde; esse é um bem real, frente às variações da sorte. Seja cauteloso em seus negócios, pois o mundo é cheio de armadilhas. Mas não deixe que isso o torne cego para a virtude, que esta sempre presente está; muitas pessoas lutam por ideais nobres e, por toda a parte, a vida é sempre exemplo de heroísmo.

Seja sempre você mesmo. E sobretudo nunca finja afeição. Nem seja cínico em relação ao amor, pois, apesar de toda a aridez e desencanto, ele é tão perene quanto a relva.
Aceite serenamente os ensinamentos do passar dos anos, renunciando suavemente àquilo que pertence à juventude. Fortaleça seu espírito para que ele possa protegê-lo diante de uma súbita infelicidade. Não antecipe sofrimentos pois muitos temores são apenas fruto do cansaço e da solidão. Mesmo seguindo uma disciplina rigorosa, seja leniente consigo.

Você é filho do Universo, tanto quanto as árvores e as estrelas; e tem o direito de estar aqui. E mesmo que isso não seja muito claro para você, não tenha dúvida de que o Universo segue na direção certa.

Portanto, esteja em paz com DEUS, não importa a maneira como você O concebe, e sejam quais forem as suas lutas e aspirações, na terrível confusão que é a vida, fique em paz com sua alma.
Pois, apesar de toda a falsidade e sonhos desfeitos, este ainda é um lindo mundo. Seja cauteloso. Lute para ser feliz.

 

 


* Max Ehrmann, poeta e advogado escreveu este texto em 1927.




terça-feira, 30 de outubro de 2012

Assumpção


 

Assumpção

 

 

 

Vivem-se intensamente os tempos de mudança onde o Universo nos alerta para uma cada vez maior, e especial atenção.

A paz global é aparente! Finíssima camada de verniz onde se deposita o cansaço, os anseios, a frustração que estala à mais leve rajada de desarmonia ou contradição, vindas de outros seres, ou das circunstâncias.

Outono é o período de reencontro, onde as pessoas buscam mais  o conforto da Alma, através de condições de tudo o que vai além, e fora delas…

Neste cenário, acentua-se o marketing da “espiritualização”  em anéis de fumo ilusório, embarca-se:

- na miragem colectiva dos autointitulados espiritualistas (profissionais)…

- da ainda muitíssimo divulgada oferta e procura de rituais obscuros que não lembrariam nem ao “diabo”…

- dos milagres por encomenda…

Como ondas em crescendo, nota-se e sente-se o frenesim das pressas e da impaciência, por todo o lado a agressividade tinge com o seu toque, os processos de comunicação e interacção.

Somos abalroados, literalmente, por hordas de consciências astrais de baixa vibração, na busca incessante de energias compatíveis através das quais, se possam manifestar.

Também estes filhos de Deus cumprem a sua missão…ao servirem de elementos de aferição do empoderamento que cabe a cada um.

 

Amados Amigos, o Universo outorgou-nos o “poder”. Este, deve ser assumido! A sua composição é o conhecimento, e as oportunidades para o colocar em prática no dia-a-dia.

Os ventos que espraiam a mudança acentuam-se num entrechocar dimensional confuso e perturbante que nos exige o dar tudo por tudo pelas vias:

 

- da confiança serena no auge da tormenta

- da entrega ao EU e ao sentido de missão

- da Fé, na presença constante do Espírito Divino em todos nós

 

Neste período propício ao reencontro com a alma, que cada ser reencontre também a sua capacidade de pensar por si mesmo, sem a influência das ferramentas a que a robotização recorre insinuando-se constantemente na grande maioria:

 

- Que esta predisposição, assuma as cores da veracidade em cada  realidade individual, porque o cansaço é gerado, apenas, pela contradição e frustração interna.

- Que uma nova e lúcida consciência esteja sempre alerta e presente, e que esta se torne  “o campo de treino”, onde:

 

… a pacificação interior seja fio condutor de toda acção

… a compreensão, grasse em tudo como fonte de água viva

… a fraternidade se torne o aprendizado a constante de cada dia

 

E que este treino aprimorado, se transponha para o palco de mais um ciclo das nossas vidas, onde Família, são todos com quem nos é dado permutar, aprender, ensinar, e partilhar.

 

 

Na Unicidade e na Paz

 

 

A.

 

 

 

 

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Trabalho Perfeito


De um amigo recebi a definição da expressão oriental Kung Fu = a Trabalho Perfeito.

Isto trouxe-me à memória uma expressão de Confúcio: "Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um só dia na tua vida"

Vivemos tempos de profundas mudanças paradigmáticas. A visão do trabalho como imposição, obrigação, castigo, martírio, é sentido, ainda, na maior parte das pessoas.

No entanto, esta é uma das principais vertentes de redenção do homem novo, a percepção de que o trabalho seja nas vertentes :profissional, pessoal, social, voluntário, é a constante da razão de estar no plano terreno em cumprimento da missão escolhida.
É meus amigos… nós não viemos passar férias, o planeta azul é uma rigorosa escola evolutiva onde o trabalho perfeito, é a intenção sublime do coração, realizada por mentes e mãos laboriosas.

Kung Fu para todos Vós

 

Adelina

(Grata Jorge)

terça-feira, 3 de julho de 2012

Homenagem a Helena Blavatsky





“As suas relações com o Espiritismo evoluíram de um agudo interesse e envolvimento inicial para uma posterior rejeição. De início considerou essa prática como de grande valor para a comprovação da existência do mundo invisível dos espíritos, como base de sua luta contra o materialismo e cepticismo da Ciência. Como já se viu, ela fundara uma sociedade espírita no Egipto, e nos Estados Unidos se envolveu activamente com vários médiuns, produziu vários fenómenos e gerou acesa polémica, mas finalmente acabou vendo este método como excessivamente passivo e descontrolado, como um recurso limitado e pouco fiável para a investigação profunda do mundo espiritual, e demasiado sujeito a manipulações, fraudes voluntárias e equívocos involuntários. Preferiu voltar-se então para uma disciplina rigorosa, ensinada pelos seus mestres, de treino da vontade e das capacidades psíquicas, para que fossem postas sob o completo domínio da pessoa. Assim, declarou:
"Que o contacto com os espíritos e os fenómenos psíquicos, mesmo sendo um facto, não tinham grande valor em si, e era infinitamente preferível o aperfeiçoamento através do serviço altruísta que levasse finalmente a uma comunhão com os verdadeiros mestres de sabedoria, e não uma prática de psiquismo vulgar de contacto com os mortos comuns, que não possuem maior conhecimento ou poder, ou com os vários tipos de espíritos da natureza cuja principal diversão é enganar com seus poderes ilusionísticos e telepáticos os médiuns e a sua crédula assistência, entidades que disse serem as principais responsáveis pelas manifestações em sessões mediúnicas ordinárias, sendo raros os guias espirituais que mereçam este nome”
Helena Blavatsky

quarta-feira, 27 de junho de 2012

La Belle Verte


Recomendo vivamente que desfrutem deste filme, antevisão do que acredito ser, um não muito longínquo mundo novo.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

O perigo da história única


O perigo da história única... este vídeo leva-nos a uma profunda reflexão sobre o julgamento, a crítica, e a avaliação dos outros, quando estes valores que nos guiam são apenas baseados na limitação das nossas crenças, conhecimentos, traumas e medos. É também o lembrar-nos, do poder que outorgamos a forças poderosas de domínio (como a televisão e quase todos os meios de comunicação) a quem franqueamos as portas dos nossos lares, a quem entregamos a mente ainda maleável das nossas crianças, a quem permitimos que nos inculquem, dia após dia, opiniões, pareceres, formatação robótica, que retiram às pessoas a capacidade, e a vontade, de pensar por si mesmas...