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terça-feira, 4 de dezembro de 2018

O Caminho faz-se Caminhando


“Para mim é muito penoso não saber-te amar melhor, é necessária uma coragem que em mim não encontro; a fragilidade da condição humana derrota-me muitas vezes. Então lembro que vieste cá mostrar o caminho, de como transcender a essa mesma condição seguindo teu exemplo teu amor. Bem Hajas Senhor.”

http://oro-contigo.blogspot.com/


Bem Hajas Senhor

domingo, 6 de janeiro de 2013

Recados do Céu


Há dois mil anos Jesus dizia:

“Quando crianças atuáveis como crianças, quando sois adultos devem actuar como adultos”

Hoje Ele diz-nos:

“O Ser compõe-se de várias esferas concêntricas, com o mesmo eixo central. Dentre elas destacamos:

- A esfera interior é a criança que deve permanecer com a pureza de coração, e principalmente, com a confiança e abertura que é própria às crianças

- A esfera exterior, aquela que nos mantém em contacto com a matéria e com a missão individual, essa tem que estar em constante expansão evolutiva onde se faz presente a responsabilidade e a maturidade do adulto, conjugada plenamente com o poder e a fé da criança cósmica que sois”

Eu Sou presente, sempre, em cada um de vós.

5 de Janeiro 2913
 
 
p/   A.

 

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Estende- ME a tua mão



Alma  desfolhada nas eiras do vento
Os Anjos recolhem  teu grão sagrado
Mós de vida onde o espírito se faz pão
Santa, santa, santa…
Estende-ME a tua mão

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Uma história (viva e real) de uma noite de Ano Novo


O  Convidado

Não demos por ele chegar…

- será que arribou com o primeiro trinar da madrugada, inquieta, de sono arredio, pela ânsia de o ver chegar

- ou talvez pela cascata de cristal, que sem pressa, se redime no sem-fim do tempo, amaciando com doçura arestas conflituantes

- será que veio nos rostos sulcados dos mercadores, cuja esperança alimentamos com sorrisos de ser

- ou quiçá, no embalo ondulante do carvalho secular, que atapetou o chão da cor do fulgor

- seria na fusão do tempo e espaço, no linguajar cantante do Minho a montante, garimpo das raízes que a história apagou

- quem sabe ainda, se na travessia do rio da equação, emoções curadas, amores embalados…apenas…em tule de terna recordação

- estaria entre as margens? do passado e do presente, em que a bruma aponta firmemente…caminha…

As horas escoavam-se pelas mãos laboriosas no pormenor, no sabor, temperadas de música e dança, perfumadas de tanto amor…o convidado estava a chegar…

E o momento plasmou, a mesa conjugou a alquimia, partilha do pão e do vinho, bálsamo de lágrimas que à terra elevou, e a sublime voz murmurou :


- Porque me esperais? Se nunca me ausentei!

Sou o saber das vossas mãos, a fé que vos move, a cura no vosso olhar, o amor que espelhais.

Sou a magia que co-criais, abundância da fonte suprema, que se tornam no meu corpo e sangue… em que renasço… sempre e quando, a partilhais.


Uma história de Ano Novo

Maria Adelina
31 de Dezembro 2011 / 01 de Janeiro 2012