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sábado, 8 de dezembro de 2018

Da minha janela

Dedos que dançam no teclado
No olhar meço o Céu, palmo a palmo,
Espatulado, azul entornado
Monet inacabado
No debrum das nuvens
Baloiçam asas serenas
Pressentidas apenas
Do anjo extraviado nos labirintos lunares
Acena-me em gesto de reconciliação
Abro a janela, e o coração, de par em par
Alegria, minha, do que sou sem ser, do ser
Que se perde e se encontra sem se perder
Chão que rodopia e lança o pião, sempre
Na mesma direcção, sem terra ou semente
Apenas a fé, que sou e estou em toda a gente
A. 


quinta-feira, 12 de julho de 2018

Madrugada minha


É na madrugada que a luz é mais pura

Na ténue escuridão que luta por vencer

Não engalanada pelo que acredita ser

Contém em si a força do sol por nascer

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014


 
O Anjo de Deus chegou, está presente, e mostra aos homens descrentes, aos cegos e também aos surdos, as verdades que se tornam - agora muito mais do que nunca - absolutamente necessário conhecer.
 

 
O amor que sentimos por alguém ou que alguém sente por nós é o que, após a partida, impede de nos tornarmos espíritos solitários perdidos no horizonte eterno.