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domingo, 11 de novembro de 2018

Santuário





Santuário

Vi tua alma peregrina
Derrubar as paredes opressoras

Galgar degraus que fendem o infinito
Pintar vitrais de luz e sombra, imortais

Orar em altares perfumados de sândalo
Enfeitado de anéis cor de açafrão

Em tempo de absolvição

Jaz a alma, livre, gloriosa concepção 
Mãos em concha bem junto ao coração

No tempo infinito, esboço nebuloso
Sonho de Deus codificado

Com meus dedos perfumados
Cinjo teu rosto com louros

Coroa reservada aos iniciados
N`alameda da consagração



A.


sexta-feira, 13 de julho de 2018

O bater de asas




Nos confins do mundo conhecido, a borboleta bateu as asas douradas, santo e senha do efeito de onda lento e progressivo da ascensão.

Magma em ebulição a bulir com as raízes cansadas que se rendem com o estertor da árvore quando é derrubada, e as amarras mentais vão sendo desgastadas na disfarçada loucura da escravização a que chamam racionalidade civilizacional.

Outras, as vides fortificadas, libertas das raízes do ego/individualismo ganham asas, são hostes numericamente pequenas embebidas do sal da terra e da essência do céu, como pássaros em migração, ajustam o V da formação, energia taquiónica, poder de tração, são a força de elevação.

No tempo do não tempo tudo se cumpre no plano de Deus (Consciência Suprema)

A. (Vozes da Terra)


segunda-feira, 8 de julho de 2013

Parole parole parole


 

Nunca como hoje a palavra foi usada como salvaguarda da desarmonia interior.

Numa liberdade abusiva de conceitos tão sagrados como o amor, a amizade, o altruísmo, a verdade, a compaixão, faz-se uso da palavra para encenar realidades fingidas, para conspurcar sentimentos, para disfarçar a perversidade.

Nunca como hoje o Céu se compungiu na figura dos seus anjos caídos, no cativeiro das suas horrendas máscaras pintadas de virtudes, na faculdade de inocularem a sua pestilência moral, devassa loucura, em pretensos aromas de arautos espirituais.

Atrás de tempo, tempo vem! E o da veracidade trará a onda da transparência imaculada que varrerá até a mais ínfima partícula de infâmia, e esse tempo é chegado.

 

 Vozes da Terra

8 de Julho de 2013
 
 
 

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Recados do Céu


A prova dos 9

 

 

Em certa e certeira curva do caminho, chega a prova dos nove.

Em equações (situações de vida) diferenciadas, a auto-consciência cria as condições de aferição para si própria.

São três os enunciados fundamentais desta incontornavel prova:

 

A Paciência : de abrir sendas de luz perdidas na sombra

A Compaixão : compreender – aceitar – amar

A Fé : que tudo é pelo vosso bem supremo

 

Não existem regras ou cálculos percentuais, diplomas ou medalhas, apenas, e tão só...a real certeza da utilidade de cada um dos vossos passos.

E de que por vezes as marcas deixadas não são as vossas, mas daqueles que amorosamente vos guiam por escarpas esquecidas, onde a compaixão se reveste de realidade, a fé se recria em alegria contagiante, a paciência em moinho de vento, preciso e sereno... 

Noves fora...resta o círculo... onde tudo se recria num mesmo propósito, o evolutivo.  Que se compõe de estar onde se é preciso, no ser, a voz apregoada da Suprema Consciência Divina, prova dos nove deste curso milenar.

A cadência do tempo, acelerada, sorri compassiva, da vossa falta de tempo.

O paradoxo deste fim de era, esse, é a pacificação interna, plena, face às crescentes e exigentes provas do dia-a-dia, obra-prima da ilusão colectiva.

Anjos da linhagem do amor…densas são as vestes da matéria, e estas, apenas podem ser  trespassadas:

 

- Pela luz do sorriso da alma que aflora inocente no rosto

- Pela sintonização constante com o reino solar onde sois creadores

- Pelo amor… moldado no gesto, na palavra, no pensamento… insígnia e herança da vossa estirpe, a dos Anjos redentores.

 

 

Aqueles que vos amam

 

 

domingo, 16 de setembro de 2012

Recados do Céu


Recados do Céu

 

- No espaço cósmico os conceitos humanos de distância ou tempo não são aplicáveis

– Nós, sempre aqui estamos, tal como sempre estivemos

– Tal como um sistema de ecolocação enviamos incontáveis mensagens, das quais aguardamos retorno representado pelos teores de vibração que a Terra e os seus habitantes emitem.

- Esses, são os sensores que promulgam a maior ou menor estabilidade do planeta e o grau de afetação prejudicial aos demais corpos celestes da vossa galáxia.

- Os elevados níveis de negatividade ensombram não só o planeta Terra como os planos astrais ligados a ele.

- O vosso tempo não avança como muitos julgam, está sim numa aceleração desconhecida para vós, mas em recuo para uma densidade magnetizada, atractora.

- Esta, é projectada por um poder trevoso, sombrio, materializado pela desresponsabilização e egocentrismo do próprio ser humano.

- Os liames que prendem assim as consciências subjugadas apenas se desintegram pela supressão individualizada do comodismo – indiferença – desumanização – medo – malquerenças – que são ainda a base da interacção da maioria dos humanos.

- Há dois milénios tiveram entre vós uma centelha de luz que dizia “amem-se uns aos outros como eu vos amei”, esta e outras mensagens dessa época foram extemporâneas, elas são para este agora! Este agora onde o ser humano ainda está a aprender de forma muito lenta o significado do conceito cósmico do amor.

- O que têm de mais parecido com isso é o sentimento que a maioria diz nutrir pelos próprios filhos, mas que no entanto é contradito constantemente pelas acções de cada dia onde impera a transmissão e o exemplo da raiva, da ambição, do desrespeito pelo outro, da hipocrisia, da mentira, da exaltação do ego inferior.

O tempo em aceleração retrógrada apenas precisa do sopro de outras velas, de seu nome: vontade, intenção, perseverança, assimilação consciencial, do abundante alimento que nunca vos faltou.

 

Por favor despertem…

 

Aqueles que vos amam

 

 

16 de Setembro de 2012 (21.43) A.

 

 

 

 

 

 

 

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

A peste destes tempos




A peste destes tempos



Não amigos… não é o HIV ou a Doença Cardíaca, ou o Cancro. Estas, são apenas as derivações.

A peste que infecta e se fortalece nestes tempos de oportunidade, é o egoísmo residente numa consciência globalizada, programada, descomprometida.

Contrapondo o esplendor das posturas visíveis, estudadas, ensaiadas, aparentes, iluminadas com o falso néon, estende-se uma teia de escuridão que empobrece e desvitaliza as almas de todos, com acréscimo para aqueles que auferem de conhecimentos, pois estes aumentam a responsabilidade.

Constatamos o decair dos níveis de cooperação, de solidariedade, da mais básica bondade entre comunidades, entre famílias, entre grupos.

Como um rei usurpador, o egocentrismo instala-se no trono da validação de critérios da faceta mais inferior dos seres humanos, onde a primazia são as pseudo-necessidades individualizadas estimuladas pelos conselheiros do trono, a vaidade, o comodismo, a indiferença.

E os vapores dessa embriaguez colectiva, programada e estimulada pelo estertor dos poderes sombrios que se debatem no campo de batalha em que se tornou o planeta Terra, adensa-se e materializa-se na descomunal e proporcional desarmonia interior que, para além do falso néon, envolve a alma de grande parte dos seres humanos.

Lembramos:



- Que vos concedemos todas as ferramentas, nunca antes concedidas a um grupo evolutivo.

– Que a força da vossa essência divina é mil vezes superior à das sombras reunidas.

- Que as leis cósmicas, a Lei da Atracção e a Lei de Causa e Efeito, são imutáveis, mas amorosamente simples.

 - Que cada um recebe em conformidade com aquilo que dá



A missão evolutiva que cada entidade consciencial (vocês) se propôs, é uma ínfima fracção no “tempo” cósmico, mas, é um ciclo de trabalho contínuo.

Em honra daquilo que Cada Um de Vós É… por favor… despertem…



Aqueles Que Vos Amam


15 de Agosto 2012




quarta-feira, 13 de junho de 2012

Recados do Céu




Recados do Céu - 13 de Junho 2012



Pára – A máquina controlada em que se tornou o teu corpo e mente, repele a onda da coacção que em turba e massa te enreda nas teias da ilusão: política, crise, finanças, guerra, distracção, redes de comunicação



Escuta – Os sons da natureza por detrás do betão, da radiação eléctrica, da poluição sonora generalizada. Silencia a ansiedade e escuta-Me, na fonte poluída, no alienado que dormita, no ambicioso e no ladrão, são, os vil metais da tua alquimia, que se transformam pela tua compreensão, pela tua magia



Olha – Com todo o teu potencial de amor real, como os noivos se olham na câmara nupcial, assim olha tudo e todos ao teu redor. Não te deixes enganar pela carga secular de hábitos, medos, ou obsessões que compõem o ar. És, quando sou em ti, Sou quando és em mim, e te tornas a prova cabal do Meu poder  



Sente – O amor que reina em toda a gente! Como um divino tradutor, interpreta os passos de dança de cada um, e o que cada coração canta, pois Eu Sou o teu par.



Desperta meu doce Anjo, expande as tuas asas, inspira o meu bem, eleva-te nas correntes solares…está na hora do acordar…e voar.