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terça-feira, 12 de novembro de 2013
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Assistencialidade
Saint Exupéry
O conceito da assistencialidade é por demais conhecido e
aplicado em alguns meios filosóficos e espiritualistas.
A assistencialidade despojada, desprovida de qualquer
interesse consciente, ou subliminar, é a essência mais pura duma fraternidade
ampliada à sua máxima expressão.
Ouvimos com frequência a denominação “ Trabalhadores da
Luz”, ao que preferimos chamar “Portadores da Luz”.
Todo Ser Humano é um Portador da Luz, no entanto, poucos
são ainda os que fazem uso d`Ela.
“Muitos são os chamados, poucos os
escolhidos” disse o Nazareno
Mas esta escolha é individual, somos, cada um por si, que
optamos por fazer uso, ou não, da nossa Luz.
A necessidade de doação, é um apelo silencioso de toda
Alma, que advém da procura primordial, da ansiada, ainda que inconsciente,
fusão com o Todo.
Dentre as inúmeras formas em que se pode prestar
assistencialidade a outro ser, uma existe, que como suave luva se adapta á
nossa mão.
Estágio de vida, idade, condição social, nada é óbice à
doação de amor incondicional em qualquer forma de assistencialidade.
Assim mesmo, e para concretizarmos essa faceta da nossa
missão, nada precisamos acrescentar à nossa vida. O que precisamos é retirar,
suprimir, todos os escolhos que nos impedem de ver, e usar, a Luz da qual somos
portadores:
O Ego – pela necessidade de reconhecimento ou retribuição
O Julgamento – pela limitada e cega avaliação de quem
merece, ou não merece
O Orgulho – de nos considerarmos inferiores, ou incapazes
O Medo – da crítica e do parecer social à nossa acção e
viver
O Ressentimento – em que por desentendimentos pessoais
se afastam os visados
A Mágoa – em que por sentimentos e emoções em desarmonia,
se atinge os envolvidos
Queridos Amigos, o tempo é pouco e a seara é grande!
Está na hora…de retirar as vendas dos nossos olhos, os
cadeados do coração!
Não devemos estar à espera do “ algo” que venha enriquecer
a nossa vida, ou acrescentar supostas condições.
A riqueza, aquela que se requer e precisa, essa
está em nós, somos nós, é um coração pleno de gratidão.
E que pela alquimia do amor se transforma no Farol que faz
parte da nossa matriz.
Portadores da Luz, o tempo é chegado.
“Vive de tal forma que deixes pegadas luminosas no caminho
percorrido, como estrelas apontando o rumo da felicidade, e não deixes ninguém
afastar-se de ti sem que leve um traço de bondade, ou um sinal de paz da tua
vida”
Joanna
de Ângelis
Este texto faz parte do livro “Ponte de Palavras”
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Bodhicitta
"Roubo do hoje a força, fazendo nascer o amanhã "
Rabindranath Tagore
Bodhicitta = Compaixão
É a árvore que abriga todos os seres à deriva e fatigados no caminho da existência condicionada.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Precisa de alguma coisa?
Precisa de alguma coisa?
Aquilo que precisamos,
retorna a nós, rigorosamente, na proporção, medida, e “qualidade” daquilo que doamos
Focalizemos a nossa reflexão sobre os receptores,
aqueles que por norma, recebem.
Abundante é o acervo de pareceres
acerca do conceito de doação quando gerado num verídico altruísmo. Quando
doamos
em generosidade, abrimos as comportas, iniciamos o processo de partilha, este
só se completa, na medida da receptividade e ressonância frutífera,
à
nossa doação.
Nestes
maravilhosos e únicos tempos de mudança, são inúmeras as fontes que o Universo
colocou à disposição dos sequiosos do saber, do relembrar. Também nestes casos,
se aplica a máxima “quanto maior o conhecimento, maior a responsabilidade”.
As escolhas que
fazemos, e
em tudo na vida, são a emissão de onda que vai retornar a nós, mais
fortalecida, com o conteúdo que emitimos ou que sonegamos. Qual o teor
nutritivo desse conteúdo que aproveitamos como receptores? Proveito, gratidão,
passagem de testemunho? Sofregamente bebe-se de todos os açudes, sem se retirar
o real provento dos mesmos…tão simplesmente porque, detemos o fluxo, barricamos
em nós o conhecimento, a dádiva, e como uma pequena semente sem terra, esta
morre, sem ter sequer nascido. Maioritariamente, ainda, os que buscam dádiva,
consolo, serviços, raramente se colocam no papel de doadores, de consoladores,
de servidores…
O nosso quinhão de
terra, aquele onde podem germinar as nossas sementes, é a partilha franca,
despojada.
Na procura de respostas e bem-estar procura-se
aconchego na
proximidade de outros seres com as mesmas
inquietações, no
entanto, ética e responsabilidade se requer e impõe. O
cuidado primordial a ter é de manter o circuito energético em expansão, em
doação, seja no nível individual, seja no grupal. Se o foco de trabalho se
centra no individualismo egocêntrico
movido pelo anseio básico de “receber” a
corrente sinergética torna-se num processo de retro alimentação viciada e tóxica, e mantém-se igual, como um
charco de águas paradas.
As Leis Cósmicas
são imutáveis e sempre presentes…Carma = Causa e Efeito…
“Só recebe quem estiver preparado para dar” Gandhi
A simplicidade deste ensinamento
antigo é Lei : recebemos em conformidade com o que doamos!
Trabalho, presença, conhecimentos,
meios, todos temos algo para doar, sem ser o que nos sobeja, mas aquilo que nos
faz bem… o que aprendemos, o que recebemos, são as sementes que nos
tocaram, e a seara, está ao nosso lado…
Meus
Queridos, nestes Tempos de Mudança, vamos mudar a agulheta que norteia os nossos medos! A saúde, a abundância, a
paz, a alegria, são o resultado da libertação do foco na carência, no
individualismo egoico, no comodismo.
Vamos espraiar a nossa Luz por esse
imenso espelho que são todos os que nos rodeiam. Vamos
elevar a vibração do nosso coração, que por ressonância, envolva tudo e todos
no Planeta.
“Paz na Terra aos
Homens de Boa-Vontade”
A.
29 de Maio de 2012
quinta-feira, 10 de maio de 2012
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