Mostrar mensagens com a etiqueta Consciência. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Consciência. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 30 de julho de 2018

“Nunca houve a presença do coração completo”



“Nunca houve a presença do coração completo”


Li algures esta frase em que o autor se auto interpreta como alguém que nunca entregou o coração em nenhuma vertente da vida.
Interessante premissa de reflexão sobre a dualidade comportamental.
Sendo a mente falível por doença, por imaturidade, por vícios entranhados, por frustração, entre outros, cria uma amálgama onde se inserem opiniões desarticuladas que abalroam as mais fundamentais normas éticas e humanísticas.
A presença do coração completo, é o ponto de equilíbrio que evita as quedas, que cura a mente, que promove a fase alquímica que transforma conhecimento em sabedoria.
A presença do coração completo, é a via de construção do Ser em todo o seu esplendor na busca da sua herança Divina

A.


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Papéis esquecidos



Hoje,  por acaso (seria? ) dei por mim a folhear papeis esquecidos e encontrei um rasto de ti minha mestre, rio onde tantas vezes desaguou a corrente da minha dor.
Papel manuscrito com a tua letra gigante, e enquanto lia, fui "vendo" o teu ar admoestador (quando tinha que ser), mas também as tuas lágrimas incontidas quando o meu sofrimento era carvão ardente ao qual não conseguias ficar imune.

Fui lendo...

" Minha querida Maria o mundo é redondo, ou seja, o em baixo é sempre relativo ao de cima conforme a localização daquele que estará algures a afirmar o pra baixo é ali! o de cima acolá!
Nunca te esqueças que num globo azul predominantemente, pois há outras cores, o papel feminino varia conforme o aqui e o acolá! Entretanto há-de chegar a todos um local onde em baixo  e em cima deixam de existir e aquele  que se quer localizar terá que usar como referência : Em que coordenada quero EU estar?
A vantagem é que o ser sendo feminino, esteja onde estiver, vai sempre idolatrar uma forma de amor que seja única, sincera, pura,  mas, na maioria das vezes também, egoisticamente   exclusivista. Entretanto, há-de haver coordenadas onde o feminino no seu lado lato e integro SER/TER, ocupe ele, o feminino/mulher"...

BL


Provavelmente, e passados alguns anos deste teu ensinamento, encontrei-o para perceber que nome dar ao mar de amor onde nada a minha alma, livre de objectos de querer, plena de amor sem meta ou razão a que se poderia chamar: feminino/mãe/ser.

Abraço infinito amada amiga

Adelina


domingo, 2 de setembro de 2012

Conto Zen


 

Quando recebes um hóspede na tua casa a quem proporcionas o que de melhor tens, e esse hóspede por negligência deixa uma mancha no teu estimado tapete, rejubila-te! Despede-te e abençoa o teu hóspede, recolhe o teu tapete, emoldura-o, e coloca-o na tua melhor parede, para que tenhas sempre presente o amoroso cuidado e respeito que deves ter com aquilo que faz parte de outro”
Conto Zen
 







 

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Abertura D´Alma Versus Rigidez




No Momentum destes Tempos de Mudança quantas forças se movem, encaixam e repelem.

Vou falar da Psique, não no sentido pelo qual a maior parte de nós conhece a palavra, mas no seu significado mais  antigo e profundo.

Psique ou “Psiquê” vem do grego e significa Alma.

A Alma ou Anima é aquilo que anima, que dá vida à matéria. É a nossa faceta Divina.

É o veículo que nos liga ao Espírito = Supra Consciência.

Nenhum Ser vive sem estar ligado ao Espírito, e todos nós temos um veículo condutor, subtil, ao qual chamamos Alma.

Como já foi dito por diversas vezes, todos somos Seres Espirituais!

Não é possível separar um corpo material do seu espírito, e do veículo que o liga à sua fonte primordial.

O que acontece, é o desconhecimento de muitos sobre esta realidade.

Se hipoteticamente isso pudesse acontecer, uma separação, essas pessoas seriam apenas meios – seres, incompletos, e a sua “anima”, a sua luz, extinguir-se-ia, tão certo como o Sol desaparece cada dia no horizonte.

 - Sempre que pensamos que não estamos voltados para o espiritual, quando ouvimos alguém dizer: estamos aqui para falar de coisas sérias e não de espiritualidades, ou então: até acredito na espiritualidade, mas estamos aqui para tratar de assuntos reais, somos, ou estamos a tornarmo-nos em seres deficientes (aliás é a única deficiência que eu reconheço) a deficiência do bloqueio espiritual.

 - Quando o nosso ego coadjuvado pela nossa ignorância nos separa da nossa Alma, tornamo-nos rígidos, de sentimentos, de postura social, até nos traços físicos…E esta rigidez reflecte-se normalmente em graves problemas de saúde a nível estrutural (ossos).

Sempre que renegamos ou rejeitamos o Espírito, desligamos o interruptor da Luz.

Perdemos capacidades, neutralizamos a nossa lucidez. Continuamos no Caminho, mas fazemo-lo na escuridão.

Todos sabemos o quão difícil é caminhar por veredas, e mais ainda, às escuras.

O nosso veículo consciencial é de nossa inteira responsabilidade.

A limpeza, a manutenção, a nutrição, são condições fundamentais para o estado desse veículo.

 - A limpeza, é pela qualidade dos nossos pensamentos e pelo respeito ao outro.

 - A manutenção, é o estado do SER, íntegro, harmonioso, simples e fraterno.

 - A nutrição é o trabalho que pode e deve ser feito continuamente, na procura da elevação da consciência pelo conhecimento, pela gnose. E que esse trabalho individual, se transmute pela alquimia do amor incondicional, em sabedoria.

A expansão de consciência projecta-nos de degrau em degrau possibilitando e facilitando a ligação, a comunicação com a nossa Alma.

Com satisfação, vemos como a “ciência” se vai reencontrando com a essência divina que é inerente a todos nós.

Existem neste momento uma infinidade de dados, de certificações, de testes extraordinários, feitos por iminentes cientistas de todos os ramos.

É preciso apenas pesquisar, trabalhar, e aceitar aquilo que encontre eco no nosso coração.

Mas também vemos com alguma apreensão, que muitos seres se fecharam na sua redoma de conhecimentos arcaicos (ainda que sejam teorias contemporâneas) de pessoas cristalizadas por conhecimentos académicos ultrapassados, e por densos traumas pessoais que norteiam as suas posturas na vida.

Meus queridos…vamos abrir as nossas mentes e os nossos corações.

Vamos dar prioridade ao que é válido! Há tanto campo para colher: reler Platão e os demais filósofos – pesquisar a física quântica – estudar as ciências antiquíssimas como os Vedas ou a Cabala, que têm milhares de anos – tomar conhecimento do trabalho incrível de pessoas que actualmente estudam o Cosmos, e tanto mais.

Vamos integrar flexibilidade no nosso corpo físico, emocional e mental, vamos fazer da nossa vida uma “dança” subtil e harmoniosa.

E para terminar o nosso tema, há muito pouquinho tempo, creio que pouco mais de cem anos, à palavra Psique foi acrescentado o Logia que significa: estudo.

Assim, formou-se mais uma ciência que se chama Psicologia, que esta, reencontre o seu vero caminho ou seja, o Estudo da Alma





A.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Outra "leitura" da consciência


A Consciência Débil da Nossa Autenticidade

A consciência que te acompanha no que vais sendo é o puro registo disso que vais sendo para o poderes ler, se quiseres, depois de já ter sido. Mas no instante de seres o que és, o que és é apenas, por uma decisão anterior ao decidires. O que és é-lo onde a tua realidade profunda em profundeza obscura se realizou. O que és é-lo no absoluto de ti. A consciência testifica-nos apenas como o ser privilegiado que sabe o que é por aquilo que vai sendo e pode assim reconverter-se à posse iluminada disso que vai sendo. A consciência constata mas não interfere senão para se não ser mais o que se foi, ou mais rigorosamente, para se não querer ser o que se é - o que é ser-se ainda, embora de outra maneira. Porque se neste instante me sobreponho, ao que sou, outra maneira de ser - a consciência que me altera o primeiro modo de ser é a paralela iluminação do modo de ser segundo. Decidi ainda antes de decidir, quando decidi não ser o que primeiramente decidira. Assim no torvelinho dos actos que me presentificam e da consciência desses actos, sempre o insondável de nós se abre para lá do que podemos sondar. Sempre a realidade de nós é a realidade original que na origem se gera. Sempre a autenticidade de nós está a uma distância infinita das razões que a justificam.

Vergílio Ferreira, in 'Invocação ao Meu Corpo'


segunda-feira, 30 de abril de 2012

Consciência



Recentemente colocaram-nos a questão acerca do imoderado uso do conceito “consciência” e os seus “graus”, e qual o significado que esse conceito tem para nós.

Numa tentativa de resposta esclarecedora, fizemos uma retrospectiva da essência destas partilhas que nos últimos quatro anos cruzam o ciberespaço. Concluímos, e reafirmamos, que a expansão gradual da consciência é o suporte evolutivo que determina o “ponto” de acesso ao pleno reconhecimento e usufruto da via espiritual da qual todos viemos, e para onde todos caminhamos, sendo essa, a busca primordial do homem.

Inglório e repetitivo seria reportar as centenas de mensagens onde de forma clara, se exemplificam as veredas desse caminhar.

Impressas, editadas, postadas em diversos locais, distribuídas de mão em mão, entregues na forma verbal, estão disponíveis, livremente, e inteiramente actualizadas, nos seus conteúdos para este “agora”.

Mas querendo deixar respostas, fomos buscar apenas algumas, ao tempo e à história… antigas, fiáveis, no entanto tão mal compreendidas…quer nos seus respectivos tempos, quer nos tempos actuais…



Consciência

Yeshua Ben Josef – Um Cristo

“ Ama os outros como a ti mesmo - Não faças aos outros aquilo que não gostarias que te fizessem a ti!”

Sidharta Gautama – Um Buda

“Somos o que pensamos. Tudo o que somos surge pelos nossos pensamentos. Com os nossos pensamentos, fazemos o nosso próprio mundo”

Martin Luther KingUm Mensageiro do Tempo

“A covardia coloca a questão: É seguro?
O comodismo coloca a questão: É popular?
A etiqueta coloca a questão: É elegante?
Mas a consciência coloca a questão: É correcto?
E chega uma altura em que temos de tomar uma posição que não é segura, não é elegante, não é popular, mas temos de o fazer porque a nossa consciência nos diz que essa, é a atitude correcta”



Abraço de Paz

A.




terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Sacrifício


Sacrifício



Queridos Amigos:


A desvirtuação deste conceito acompanhou inúmeras gerações. Ainda hoje continua a ser mal interpretado, tornando-se por isso um dos “pesos” que limitam e bloqueiam a via evolutiva.

Etimologicamente esta palavra vem do Latim SACRIFICIUS, de mesmo significado, formado por SACER, “sagrado”, mais a raiz de FACERE, “fazer”.


Ou seja, Sacrifício é uma maneira de tornar sagrado um acto.


Conceito este bem diferente daquele que habitualmente fazemos uso. Mas reflectindo ainda dentro desta errónea interpretação, nós não nos sacrificamos por ninguém, o que fazemos ainda que com dificuldades ou esforço, é sempre a favor dos nossos interesses pessoais, (por vezes inconscientes) mas principalmente como alimento do ego e da insegurança emocional.

Dando continuidade à nossa análise sob este ilusório mas conveniente vector, concluímos que os “sacrifícios” que tantos empunham como bandeira de glória é apenas uma ferramenta de manipulação cuja cobrança será mais tarde ou mais cedo executada.

-Vemos isso entre pais e filhos, quando os pais envergam o argumento do sacrifício que fizerem para criarem os filhos...

- Vemos isso entre casais em que um se denomina o sacrificado para que o outro pudesse progredir…

- Vemos isso entre a maior parte daqueles que se “doam” aos outros, mas que constantemente apregoam os seus sacrifícios em prol dos demais…

Será que em qualquer destas situações, e em tantas outras, alguém reflectiu de que nada lhes foi pedido?

O sacrifício de moto próprio, e tal como o consideramos, é uma falácia, não existe. Tudo o que se faz sob pressão ou desagrado gera maus resultados energéticos e cármicos.

Cada acção que emitimos, tanto ou quanto mais trabalhosa ou esforçada, apenas pode ser legitimada pelo amor essencial, emergente, transcendente, que compõe o autentico significado de Sacrifício ou seja: o tornar sagrado um acto.

Nas condições planetárias actuais em que cada vez mais nos é exigido uma maior expansão e lucidez consciencial é premente transcender o auto-engano tão entranhado referente ao conceito do sofrimento.


- O trabalho contêm em si o tornar sagrado o esforço individual pela sobrevivência, mas muito mais que isso é a galeria da nossa criatividade pela realização de cada dia da nossa missão de vida.

- A renúncia ou a privação do que quer que seja eleva ao plano sagrado essas escolhas por opção lúcida da consciência que as consagrou.

- O apoio, cuidados, responsabilidades familiares e afectivas são as escolhas que fizemos… são as ferramentas que escolhemos para a proveitosa concretização de mais um ciclo de aprendizagem, assim as sacralizemos.

- O voluntariado (genuíno), partilha, doação, faz emergir o sagrado elo da Unificação que existe submerso em todos nós.


Que o Céu nos abençoe com tantos Sacrifícios (actos sagrados) quantos o patamar evolutivo de cada um consiga perceber, e agradecer.


Abraço Pleno

A.



28 de Fevereiro de 2012






segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Mulher/Criança


 Mulher/Criança

Queridos Amigos:

Aproveitamos a proximidade da data dedicada à mulher para reflectir sobre uma classe muito especial de mulheres, a mulher/criança, aquela que se prepara para ocupar o seu lugar numa sociedade onde o universo feminino, mais que ser homenageado um dia por ano, precisa ser reconhecido na sua pluralidade vivencial, e mais ainda, como trave-mestra da família humana.
Esta, é uma mudança profunda, premente e fundamental, que só pode ser concretizada no interior de cada mulher. Para a semente germinar no âmago da mulher/criança, estes conceitos e posturas de vida, devem ser já os campos floridos da sua família, onde ela cresce de corpo, mente e Alma…
Sim minhas amigas, o que estamos a dizer-vos é que não é o sistema politico, nem os dirigentes, que podem mudar estas formas de estar, é apenas a MULHER, todas e cada uma, que têm esse poder, aqui e agora!
Um pouco por todo o mundo, vamos tendo conhecimento de hábitos e costumes aplicados em mulheres/crianças, bárbaros, cruéis e anti-naturais que nos horripilam e levam a uma profunda indignação.
Este estado de espírito, deve ser canalizado, na serenidade possível,  para o apoio pessoal ou institucional, que por sua vez promovam acções, que levem á mudança consciencial dos povos onde esses “hábitos” são considerados normais.
No entanto, e melhor ainda, esse estado de espírito deve ser mote de reflexão honesta e profunda dos hábitos da nossa sociedade, educacionais e sociais, onde, sob uma pretensa bandeira de liberdade, a mulher, a mulher/criança, continuam a ser, alvo de desrespeito e abuso.
Por aqui, neste nosso mundo ocidental, países considerados de “primeira linha”, devemos atentar:

- Para a alta estatística dos abusos sexuais a crianças nos meios familiares maioritariamente perpetrados  pelos progenitores

- Para a falta dos mais básicos princípios de respeito da imprensa diária para com a sociedade, através das suas páginas (de acesso livre a todas as crianças), onde se fomenta o grande negócio da actualidade, a escravatura sexual.

- Para os ditadores da moda e os gestores do mercantilismo e do mundanismo, que inundam todos os canais informativos mediáticos com produtos de todo género, que apelam á imagem da mulher como produto vendável.

Estes estímulos, tantas vezes promovidos pelos próprios pais, levam a um profundo desajuste psico/emocional, cujos reflexos se farão notar de imediato.

A mulher/criança, tem o seu ciclo de desenvolvimento próprio e apropriado. Gradualmente, e a seu tempo, ela irá fazendo a assimilação dos estereótipos de todas as deusas. Esse é o processo temporal do amadurecimento natural do corpo e do espírito da criança, fortalecendo-a para a vivência plena da sua condição de Mulher.

O conceito a que chamamos “inocência”, (hoje quase ridicularizado) é uma placenta tão fundamental para o sadio desenvolvimento psíquico da criança, como o é, a placenta uterina.

Toda acção, vivências, hábitos, cedências, que sejam inapropriadas ao ciclo natural da criança, promovem uma erotização extemporânea, que fere e prejudica gravemente o seu campo parapsíquico, ainda em formação.

Apelamos, de forma profunda, a que cada Mulher/Mãe, se imbua do espírito de Deméter , a grande Deusa, na assimilação do seu imensurável capital de poder e coragem, para uso e protecção da Criança/Mulher, e de todas as crianças, fundações sagradas, de uma melhor humanidade.

A.














Mãe Coragem


Mãe Coragem



Em vida cinzenta vazia e sem cor

Procuras a cada dia, razões para viver

Como flor colhida e não mais olhada

No trabalho encontras escape fugaz



Mulher és – Mãe, és mais ainda

Não vires costas a quem em ti se espelha

Renega as razões que o medo trás

És forte e capaz, a justiça impõe



Na vida o que tem valor, é a Paz interior

Liberta-te do algoz da culpa por omissão

Repele e suprime a abominação

Partilha, pede ajuda, cria solução



Mãe coragem, recria o teu viver

Dissolve o apego a esse mau querer

Que entre taras, medo e manias,

Domina, a tua consciência maior





Mulher Coragem - Mãe Coragem, Coragem



A.





quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Ho`oponopono


Vale sempre recordar este maravilhoso conceito, mas mais que isso, fazer uso dele a cada dia na prática das nossas vidas, este funciona apenas pela veracidade das intenções.

Namastê

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Cooperação Versus Competição – Parte II



“Humanamente, não existe um ser feliz, sem que o outro também o seja”

René Descartes

 

Neste profundo, e simples pensamento, encontramos a veracidade do altruísmo, que Descartes tão bem defende.


 - Cooperação, contrariamente à competição, é a mais honrosa fasquia pela qual se pode avaliar o grau evolutivo da consciência humana.


 - Competição, é o resultado da maturação de todas as baixas emoções como sejam o ciúme, a arrogância, o orgulho, a inveja.


Na sua forma mais básica, é apenas a satisfação do ego, outra forma de alienação, em que o fim, nunca justifica os meios.


Sempre que exista o impulso competitivo, façamos uma visita ao nosso “porão”, aí encontraremos, naquelas, ou noutras baixas emoções, a mola que o impulsionou.


Queridos Amigos, como já foi dito noutras entregas, a guerra perdurará enquanto não houver paz em cada um dos nossos corações, e a competição deixará de existir quando cada Ser, se amar a si próprio, na íntegra, pois só aí,  “amará o outro como a si mesmo”.


Os Tempos de Mudança correm ligeiros. Terramotos, Furacões, Pandemias, Quebra Financeira.


Muito mais que a expressão física destes acontecimentos em quase todo o globo, é a sua expressão simbólica dentro do nosso Ser, na vivência de cada dia.


São fórmulas de mudança, sinos de alvorada, toque de despertar, para os quais, não há isenções.


A era da desresponsabilização acabou! Governos, Políticos, Igrejas, Gurus, Patronatos, Sindicatos…nada nem ninguém pode assumir a responsabilidade que cabe a cada um individualmente.


Apenas uma postura vai permitir à humanidade ultrapassar estas duras provas, e essa é, o factor cooperativo, autentico, real, fraterno.


O conceito de “caridade” tem que ser elevado ao nível do coração D`Aquele que tanto a apregoou, e Ele, falava apenas de Fraternidade….


Num sistema social onde impere a igualdade, moldada na cooperação e no amor, a caridade…zinha já não faz sentido, pois esta, é o sinal do fosso.


Tantas ideias podem ser postas em prática, na família, no bairro, na cidade, onde cada um esteja inserido.


Que estas, promovam a união e o respeito pelos demais seres que connosco convivem, pelo planeta, e pelos meios existentes.


Porque isto, meus amigos:


- é trabalho consciencial


- é vivencia espiritual


- é ascensão



  A.

 

 

 


Cooperação Versus Competição – Parte I




 No trabalho, na família, na escola, na amizade e até no amor, a competição tornou-se numa névoa que a tudo premeia e envolve.

A competição adquiriu as características de um vírus mutante, destruidor, que limita o saudável crescimento das raízes humanistas do homem.

Esta toxina ou veneno que é o significado da palavra vírus, está tão disseminado nas suas variantes (mutações) que se integrou no nível celular do seu hospedeiro, o ser humano.

"Divide et regna" – dividir para reinar, o lema dos aguerridos Macedónios é a estratégia oculta da competição.

A apologia desta forma de estar e ser, é comum nos meios onde se pretende atingir um determinado fim, através do uso e abuso das apetências ou fraquezas, de outro, ou outros seres humanos.

São muitos os que acreditam que a competição é factor determinante para o desenvolvimento civilizacional, “que a humanidade nunca chegaria onde está hoje sem o estimulo da competição”….

Queridos amigos…mas, aonde é que chegou a humanidade?...Em que espelho podemos reflectir o nosso olhar e sentirmo-nos participantes dum sistema civilizacional evoluído, justo, igualitário, compassivo, fraterno?

- A poderosa industria das armas (da qual são beneficiários directos muitos dos dirigentes mundiais) promove por todos os abjectos meios, a discórdia entre povos, a avareza, o medo infundado, a falsa informação (que outra poderosa força, os media, dissemina), promovendo o ódio racial e interesses subjacentes que levem à guerra – e devido a isso milhões de pessoas vivem em atroz sofrimento, a que outros tantos milhões assistem sem reacção.

Quantos outros exemplos poderiam ser aqui retratados, mas a intenção destas referências, é apenas o alerta.

A mensagem subliminar que dá força a todos estes poderes é a competição, seja na sua faceta directa, seja na sua faceta indirecta.

Na sua faceta directa ou exposta, utilizada pelo grupo social onde o ser está inserido temos por exemplo:

- A apologia da guerra (cujas verdadeiras motivações estão sempre camufladas)

- As arenas, chamados estádios desportivos, onde diariamente se plasmam as emoções mais básicas e menos positivas do ser humano

- A luta desregrada pelo reconhecimento profissional ou poder aquisitivo. Neste caso, reparem que a competitividade exacerbada promoveu a área industrial e tecnológica a patamares de autonomia em desfavor do próprio homem e à sua dispensação das áreas laborais.

A outra faceta da competição, a indirecta, mas não menos nociva, é aquela que começa no pré-escolar e dentro do seio familiar, onde se insere nas personalidades em formação, desde a mais tenra idade, não o sentido da cooperação, mas o da competição.

O vírus, o veneno, vai sendo absorvido no seio familiar, nos infantários, nas escolas, onde o desenvolvimento, a percepção e a sensibilidade da criança vai estar constantemente a ser posta à prova. Pelo processo de comparação com os “feitos” dos outros, a criança – adolescente, futuro adulto, vai perceber, que a sua valorização não depende de que dê o seu melhor, mas sim que ultrapasse o outro!...a qualquer custo….

Num sistema de ensino massificado, sem qualquer respeito pela diferença natural das aptidões de cada um, criamos o “bom” e o “mau”, carimbo que  muitos seres adquirem quase ao nascer e que vai moldar carácter e auto-estima.

E assim, e em muitos casos, a bondade natural é substituída pela crueldade

A auto-aceitação e estima é substituída pela rebeldia e desrespeito pelos outros.

A harmonia em todos os campos do Ser é abalada, por vezes, de forma irreparável.

Em variedade de mutações, o vírus da competição vai modelando guerreiros em duelos sem glória.

A obra é grande, premente, em que cada mão, saber, mente, coração, tem o seu lugar e função, que apenas se poderá concretizar, numa simbiose perfeita, manifestada pela cooperação.

 
 

A.


segunda-feira, 31 de outubro de 2011

A divina ordem

Repasso

Os anos passam velozes... e o trem da vida continua sua viagem ritmada, quase rotineira; há os que sobem para mais uma etapa de aprendizado e há os que dele desembarcam, sempre no lugar correto e na hora certa. Há infinitos encontros. Muitos passageiros se cruzam como que por encanto a bordo do trem da vida, seja para continuar harmoniosamente algo começado em outra época, em outra composição, seja para resgatar algo que era preciso, que estava combinado em outra dimensão e que precisava ser trabalhado, resolvido, compensado.
Existem viagens longas, cheias de experiências de todos os tipos e matizes e outras bem curtas, realizadas por almas nobres que se doam, que vêm pra trazer a paz e a luz a famílias em conflito ou somente distraídas, distantes da graça e da essência da vida, talvez incapazes de se desvencilhar com suas próprias forças de hábitos e valores obsoletos e limitadores, ou somente distantes da Unidade, da Divindade que todos carregamos em nosso peito.
Ao afastar-se abruptamente de nosso convívio, esses espíritos de Luz deixam inicialmente uma tristeza enorme, uma dor que parece não ter fim, no entanto, sua presença e exemplo serão a semente da transformação, da vida nova para muitas e muitas pessoas.

Tudo está em divina ordem, nada há de errado naquilo que acontece com a gente e à nossa volta, ainda que muitos achem uma grande injustiça a "perda" de jovens em pleno desabrochar, na flor da vida e de adultos capacitados, produtivos, iluminados e responsáveis... Na verdade, nada se perde e essas Almas seguem vivíssimas em outro plano, livres das amarras limitadoras do corpo físico, formando com sua energia cristalina um Todo vibrante, primoroso, magnífico.
Não faço idéia do porquê estou escrevendo sobre isso, mas o que escrevi deve ter endereço certo.
Lembro-me ainda de quando -anos atrás-, questionava o mentor durante as reuniões semanais de um grupo de estudos espirituais, aqui em São Paulo, ou o médium de cura da Casa de Luz Takamura, sempre em busca de umas palavras, confirmando o milagre repetidas vezes realizado antes que "salvasse a vida" de pessoas gravemente enfermas de nosso grupo.
As respostas eram invariavelmente ambíguas, pois nos diziam que aquelas pessoas estavam evoluindo favoravelmente e que tinham praticamente conseguindo curar seus males, "passando de fase"... sendo, no entanto, que as doenças se alastravam mais e mais e as condições de saúde não nos davam mais esperança alguma.

Um belo dia, entristecido e desanimado, desabafei com o mentor, dizendo que tudo que estávamos fazendo tinha sido inútil, pois as pessoas estavam "nos deixando".
O retorno foi aquele do professor bondoso para com o aluno meio bronco que ainda se encontra no começo do aprendizado: "Meu filho, as pessoas que vocês chamam de doentes estão bem, ótimas. Resolveram os problemas que vieram lapidar na Terra. E o que vocês chamam de morte é uma simples passagem, uma volta para casa, uma mudança de endereço vibracional. O que o grupo fez foi vital para a evolução delas. Sim, estão curadas".
Sim, amigos, finalmente agora tenho certeza: estão curadas, estão bonitas e estamos em contato; quantas vezes as pessoas queridas que mudaram de plano nos fazem visitas durante o sono, nas projeções extrafísicas noturnas, interagindo conosco, mostrando um renovado brilho no olhar, uma vitalidade contagiante e alegria profunda. Não estamos simplesmente "sonhando" com elas, podemos senti-las, abraçá-las, tocar suavemente suas almas com nossas mãos de energia, com nosso corpo astral.

É sempre bom lembrar que é o espírito imortal quem organiza e molda a estrutura, as feições e características do corpo físico, o qual, com o afastamento da Alma, retorna mais ou menos rapidamente à terra de onde veio, à natureza da qual faz parte, para ser reciclado e novamente servir de matéria-prima para outros seres que virão. É magnífico perceber que a beleza real não está no átomo, o tijolinho à base de toda a Criação, e sim na centelha divina que consegue organizar, ordenar e fazer funcionar esses tijolinhos em total harmonia, gerando um campo de energia esplendido, criando -é a palavra mais adequada-, o veículo ideal para a viagem das Almas no planeta azul.

Bom, se somos espíritos encarnados, e não apenas meros corpos perecíveis, como podemos estar tão separados de nossa real natureza divina, a ponto de viver na ilusão, na separação, na escuridão e no medo? Nossa caminhada não termina aqui, vara toda a eternidade, todas as dimensões, das mais densas às mais sutis, onde somente reina a perfeição do Amor Verdadeiro, onde nossa consciência é una e é Luz pura, que jamais pode ser contaminada, corrompida, maculada.

Vamos deixar os medos, a ignorância e as necessidades materiais em seus devidos lugares e começar uma Jornada inesquecível, que abrirá as portas à beleza infinita que nos espera? Nada iremos carregar de palpável conosco na hora de deixar nosso corpo por aqui, somente a consciência desperta, a personalidade depurada, as experiências positivas em todos os campos, em todos os Reinos e deixando nossa marca, nossa preciosa contribuição no inconsciente coletivo, a Web Cósmica que continua em incessante evolução, graças também à nossa contribuição...

Acaba de vir um roteiro rápido, "vapt-vupt"
Simplesmente... SENDO
BUSCANDO
CUIDANDO
PERCEBENDO
PERDOANDO
MEDITANDO
ENCANTANDO-SE
AGRADECENDO
CELEBRANDO
CONTEMPLANDO
AMANDO O OUTRO COMO A SI MESMO

AUTOR : desconhecido

segunda-feira, 2 de maio de 2011

A Maestria

A maestria é um dom

Que nasce no coração

Nos séculos aprimorada

Em cada vida resgatada



Qual árvore abençoada

Só se sabe realizada

Na cor forma e sabor

Dos frutos que gerou


Maestria, é ser esteio e prumo que nada pode abalar, a estação acaba, é preciso mondar

A.
















O Aleph

“vi a circulação do meu escuro sangue, vi a engrenagem do amor e a modificação da morte, vi o Aleph, de todos os pontos, vi no Aleph a terra, e na terra outra vez o Aleph e no Aleph a terra, vi o meu rosto e as minhas vísceras, vi o teu rosto e senti vertigem e chorei, porque os meus olhos tinham visto esse objecto secreto e conjecturai cujo nome os homens usurpam, mas que nenhum homem olhou: o inconcebível universo

Jorge Luis Borges

Queridos Amigos



O Aleph pode ser comparado a uma bola de cristal com que algumas pessoas se vêm agraciadas em algum período das suas vidas. Aleph é um portal, cujo acesso requer, uma,  duas, ou mais chaves. Não sendo um prémio, mas pode ser considerado um facilitador para aqueles que estão prontos e disponíveis para o salto ascensional.

São estes, também, que carregam em si, o ónus de grandes responsabilidades  positivas  e negativas das suas múltiplas vidas. Pela conjuntura criada pelos códigos comuns de duas ou mais pessoas, gera-se a brecha em dimensão intemporal, que permite o acesso às vivências mais marcantes dos personagens, recriando dons, sublimando desafectos, desbloqueando traumas, reequilibrando  carmas .

É sem dúvida uma experiência extraordinária que ocorre por pequenos periodos temporais e que se repete, ou não, em conformidade com a compreensão e o respeito para com esta dádiva Divina.

As consequências destas experiências são sempre marcantes, requerendo dos envolvidos grande abertura mental, a superação das baixas emoções, e uma compreensão plena e abrangente das vivências insólitas em que se vêm inseridos, quantas vezes procedendo ao fecho de acontecimentos traumáticos que os ligam entre si há muitas vidas.

O Aleph, é o amor de Deus em acção por aqueles que, por méritos acumulados, são postos à prova do ver mais além, na obtenção do equilibrio necessário, para novos desafios deste mundo em mudança.

Sem rituais ou locais especiais, o Aleph gera-se do nada, apenas pela sincronia energética, e o plano alonga-se para que cada personagem dê o seu melhor, na transformação interior.

Nem sempre compreendido, quando as facetas do ego levam a palma, o Aleph parte, tal qual como um comboio que se perde, assim se perde a oportunidade de ouro, ponte transcendente, dos chamados.

A.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

O Elogio


O elogio, tão arredado dos nossos hábitos sociais e educacionais é um dos melhores e mais estimulantes bálsamos para todas as desarmonias psicofísicas e espirituais.
A aversão à prática do elogio deve-se a duas circunstâncias:

- Uma, a de que o ego pessoal se contrapõe á doação generosa de elogios àqueles que nos rodeiam.
- A outra, é que o elogio, é por norma conspurcado por algum interesse subjectivo, como tal, está desacreditado.

No primeiro caso:
Muitas pessoas sentem-se diminuídas quando elogiam a outrem, como se de alguma forma ensombrassem o seu próprio valor. E o descrédito do elogio já se tornou tão profundo, que mesmo os que o desejam fazer, têm receio de serem mal interpretados.

No segundo caso:
Sempre que elogiamos algo ou alguém, a fonte de onde provem esse elogio deve ser o nosso coração. Nunca um elogio deve ir munido de desejo de agradar, ou de fomentar a competitividade, como normalmente acontece com os elogios que se fazem a nível profissional, ou às crianças.

Queridos amigos, o elogio sincero, é uma outra forma de gratidão.
A frase de estímulo e carinho no momento adequado, é o nosso logo pessoal, símbolo de nobreza de carácter e generosidade.
Imbuídos e integrados na unicidade, sempre que elogiamos alguém, seja pelo mais simples acto, estamos a elevar o nosso padrão pensénico, a expressar gratidão ao Universo, e a nós próprios, pois somos parte dele.
Ou seja, estamos a qualificar aquele acto pela nossa energia amorosa, elevando o outro Ser. Isto é superação consciencial, isto é, amor incondicional.
Mas para podermos elogiar, uma outra condição é necessária…olhar o outro, ser, estar.
Olhar, realmente, quem connosco interage, desde a pessoa mais próxima de nós, àquela que nos serve à mesa de um café.
Ser, autenticamente, no amor, na amizade, ser pródigo na compreensão, na colaboração.
Estar, sempre, no momento que se apresenta, seja no trabalho, na reunião de amigos, com os filhos, ou em qualquer outro momento das nossas vidas…

Olhar – Ser – Estar – Pois só assim podemos ver, sentir, e partilhar, todos os irrecuperáveis momentos que a vida nos concede, para expandir o coração.

A todos Vós, raios da nossa Luz, a nossa gratidão

A.